terça-feira, 5 de abril de 2011
O que não está errado?!...
quinta-feira, 24 de março de 2011
Dilma: A Dama Nuclear...

O governo brasileiro pretende construir mais quatro usinas nucleares até 2025, além de concluir as obras de angra 3. Duas usinas serão construídas no Nordeste e a Eletronuclear está pesquisando os locais, incluindo os estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. A estatal apresentará, até 2011, a proposta com, pelo menos, cinco locais considerados “adequados” para a construção das plantas nucleares.
E o Estado do Piauí apresentou ao ministério das Minas e Energias, proposta para sediar uma usina de energia nuclear. O Ministério vinha trabalhando em ritmo acelerado no projeto e deveria anunciar ainda neste mês os principais candidatos para sediar as instalações.
Será que o governo Dilma (PT), vai insistir no plano de investir nesta forma terrível de geração de energia? Justamente quando há um debate global negativo contra as usinas nucleares devido às ameaças de radiação da população do Japão por usinas após terremotos e tsunami no país.
Bom, eu tenho uma proposta sobre este tema para fazer ao governo Dilma. Presidente construa não apenas uma, mas todas as usinas nucleares que quiser, mas faça as instalações bem ao lado do Lago Paranoá em Brasília assim se tiverem que enfrentar uma catástrofe nuclear, os primeiros a serem contaminados seriam os “caciques” dos palácios da capital federal.
Mais usinas nucleares no Brasil? Só pode ser piada deste governo vendido aos interesses do capital internacional.
Acrizio Galdez
sábado, 19 de março de 2011
Pré-sal: Os Interesses são outros...

O pré-sal, menina dos olhos do governo Dilma, também é um dos interesses dos Estados Unidos. Como sabemos, o petróleo é a energia que move o planeta e não é renovável. Os Estados Unidos é o país que mais consome petróleo diariamente, daí sua politica econômica e militar está relacionada com a geopolítica do petróleo [ocupação no Afeganistão, Iraque e a próxima a ser ocupada será a Líbia]. A presidente Dilma anunciou que pretende aumentar a produção brasileira de petróleo até 2015 para mais de 4 bilhões de barris/dia, sendo que o país consome 2,8 bilhões barris. O restante da produção será destina à exportação para os Estados Unidos.
Obama não veio somente “pedir”, veio também agradecer. O Brasil vem desenvolvendo, nos últimos anos, o papel de bombeiro da América Latina. Com o desgaste sofrido pelo imperialismo estadunidense na região, foi necessário buscar um cão de guarda.
Crise na Venezuela, Bolívia, Colômbia, os norte americanos não podiam colocar a cara, manda o bombeiro da região. Lá ia o presidente do Brasil apagar o fogo e fazer a politica da boa vizinhança. A servidão foi tão grande que hoje ocupamos militarmente o país mais pobre das Américas. A
Infelizmente, será a Presidente Dilma, do Partido dos Trabalhadores, que agora vai dizer “Sim senhor, Mr. Presidente”. Que FHC e sua turma neoliberal do PSDB fizessem isso era compreensível, afinal o tucano, símbolo do PSDB, voa como a águia, símbolo do imperialismo norte-americano. Companheiros do PT, falo com os muitos que ainda acreditam em um mundo melhor, não admitam que o governo Dilma (PT), também se curve diante do “IMPÉRIO DO MAL”.
Visita de Obama: uma farsa pra brasileiro ver!

O desgaste de Bush obrigou o imperialismo buscar uma nova cara. Mas, apesar do novo rosto, o império continua lançando suas bombas, ocupando territórios militar e economicamente. Obama é o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, porém a casa continua branca.
A famosa frase que caracterizou a Doutrina Monroe, “a América para os americanos”, segue atual. Obama vem ao Brasil tentar seguir o plano de recolonização iniciado por Bush. Como seu antecessor, por resistência das massas, não conseguiu impor a ALCA [Acordo para Legalizar a Colonização da América], cabe ao novo homem, o primeiro presidente negro do império, com amplo apoio popular, conseguir o que Bush não alcançou.
“Yes, we can Mr. Presidente”, é o que Obama espera ouvir. Na verdade, é isso que ele vai ouvir da nossa Presidente em alto e bom som. Dizer “Yes, we can Mr. Presidente” foi uma prática constante durante os oito aos do governo FHC [PSDB], bem como durante os oitos anos do governo Lula [PT].
A visita de Obama tem objetivos concretos: acordo de comércio bilateral, ocupação do Haiti e o pré-sal. Diferente do que a grande mídia vai divulgar a visita de Obama não será nada histórica, terá o mesmo papel das visitas realizadas por presidentes anteriores: garantir que a sangrenta águia americana enfie cada vez mais suas garras em nossas riquezas.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Ouvindo Ruben Blades
O que importa de verdade é que tive a oportunidade de ouvir novamente estas músicas, e, relembrar passagens e momentos importantes da minha vida, quando fui imigrante ilegal em um país distante. Enfrentei muitas dificuldades, mas também tive a oportunidade de conhecer a amizade verdadeira, aquela desinteressada e sincera, que está sempre disposta a ajudar sem pré-julgamentos.
Esse texto cheio de saudade, sentimento que só nós brasileiros conhecemos de verdade, é pra registrar a lembrança dos melhores amigos que alguém pode ter, quando está longe de casa, longe do seu país... Danel, Harkaits Bastarika e Laura Torres, dois vascos e uma argentina, em Barcelona ou onde estiverem, saibam que recordo com a mais profunda emoção dos tempos difíceis, mas muito felizes que caminhamos juntos.
Acrizio Galdez
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
TEMPESTADE DEPOIS DA PRIMAVERA

De uma hora para outra o tempo fecha. Nuvens negras aproximam-se lentamente, até nos cingir e sufocar completamente numa ventania que nos faz desejar nada mais senão desaparecer. São nessas horas em que vemos que somos fracos, imperfeitos, por mais frieza que aparentemos ter.
Não há nada pior do que se sentir mal por alguma coisa em que não se pode levantar os braços e mudar; dar um novo rumo para os próximos capítulos, algo que faça alguma diferença. Afinal, não depende só de você para que tudo se encaixe e nos faça ter aquele utópico bel-prazer momentâneo, aquela sensação de que a vida é perfeita e nada nunca vai mudar... Por vezes temos que aceitar decisões de outros, ou no mínimo respeitá-las.
A vida é completamente cheia de esquinas e emboscadas e quando tudo parece querer dar certo, vem aquela bomba que avassala com as nossas esperanças de uma vida nos trilhos perfeitos. É como se vivêssemos num estado de felicidade temporária e não tardasse a novamente vir uma dessas nuvens negras causando uma tempestade gigantesca.
De tantas situações, uma idêntica a que eu passei anos antes; Mas não importa, as tempestades também são temporárias e todos enfrentaremos o que tivermos por destino quando a hora certa chegar.
Mas não vou mentir...
Bem que eu queria que a primavera fosse eterna...
Acrizio Galdez
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Sobre Violência

Em nosso país, a violência é um fenômeno que se manifesta tanto na cidade como no campo, entre jovens e não jovens sem distinção de cor, raça, sexo, credo, condições social e econômica. Isso em parte está relacionado a desordem social e falta de estrutura que dê a todos condições dignas de vida.
Os fenômenos e as reflexões geradas em torno da problemática da violência não são novos nem escassos. Ao longo da história das sociedades, em seu âmbito político ou social, a violência aparece como um fator recorrente demandando ações efetivas dos governantes e governados.
Não existe, pois, a menor dúvida quando se afirma que a violência é o ponto comum presente nas relações entre os indivíduos, grupos, nações ou povos, a tal ponto de que filósofos e tratadistas consideram que o ser humano se define essencialmente por e para a violência.
Supunha-se que com o advento da modernidade, dos processos de racionalização a ela inerente e o estabelecimento internalizado do direito e das normas institucionais entre a população superariam as violências clássicas e tradicionais em suas variadas manifestações; no entanto, os dados extraídos dos acontecimentos sociais em suas distintas dimensões demonstram que este problema não será superado em curto prazo.
As violências apresentam um lastro negativo, porquanto tendem a submeter ou desarticular a vontade do outro, subtrair sua autonomia, eliminá-lo, expatriá-la ou simplesmente retirar sua posse, situações que denotam decomposição e perda de vigência das instituições que regulam o tecido social contemporâneo. É por isso que as violências se expressam de diversas maneiras, incluindo a insegurança pública.
Nesse sentido, a violência se revela não como potência e força, mas como sinal de impotência, de insensibilidade, de decadência da vida e de intolerância. É produto da frustração individual e coletiva e, em sua essência, negativa, sendo mais do que produto de condições objetivas da sociedade.
Permeia e desilude em todos os estratos sociais, inclui em sua dinâmica a infância, a juventude, a velhice; não distingue nacionalidade e religião – exceto os casos de marcado confronto étnicos nacional – e é carente de ética e moral.
A violência se apresenta também como uma relação social caracterizada pela agressão contra a integridade física, psicológica, simbólica ou cultural de indivíduos ou grupos sociais.
Em suas manifestações rompe com as normas jurídicas, destrói as coesões sociais e perturba o desenvolvimento normal das atividades econômicas, sociais e políticas de uma determinada sociedade. Tal é a magnitude e diversidade de ações qualificada de violentas, que, na atualidade, é pertinente falarmos de violências e não de violência, como o fazia o enfoque tradicional ao tratar o problema.
Acrizio Galdez
